Negev significa Sul (bíblico) e Seco (Hebraico). Por aqui andaram Isaac, Jacob e Abraão em tempos que já lá vão. Mark Twain, que andou aqui pelo Negev após uma visita à Palestina em 1867 (nessa altura ainda aquilo devia ser bonito) descreveu-o no seu livro The Innocents Abroad como sendo “uma desolação que nem a própria imaginação pode embelezar com o esplendor da vida e da acção…”. Eu concordo que tem um ar de desolação, mas é extremamente belo. E mais… Ele emana algo místico, uma força. Desde que cheguei aqui que sinto que sou capaz de fazer qualquer coisa (menos matar por pão quente…).
Midreshet Sde Boker é o nome desta comunidade, que engloba os institutos de investigação, as residências e as restantes infraestruturas. Midreshet ou Midrasha significa “um local de aprendizagem”. Muitos investigadores e estudantes vêm para cá para ensinar e estudar sobre o deserto, e desenvolver novas tecnologias para irrigar os campos agrícolas utilizando a água salobra do lençol freático. Esta instituição é reconhecida internacionalmente pelo seu mérito em termos de comunidade educativa, e pretende mostrar que o deserto se presta não só como um lugar para a investigação e educação, mas também como uma comunidade onde as pessoas podem viver. A Midrasha alberga mais de mil pessoas, entre investigadores, educadores, empregados, estudantes e suas famílias. Uma vez que o deserto ocupa mais de 50% do território israelita, percebe-se a necessidade do estudo e do uso da tecnologia no deserto. Para além do que já referi anteriormente, o campus tem também um posto de correios, um centro de saúde, uma biblioteca, uma sinagoga, uma creche e uma escola preparatória, escola de natação e um campo de ténis. Não falta aqui nada… Estou a pensar trazer a minha gata para cá e trocar a investigação do mar pela investigação do deserto!
Nota:
Eu sei que, em tudo na vida, a regra geral a seguir deve ser o bom senso. Mas acho curioso que, estando isto em pleno deserto, e com a óbvia escassez de água que aqui existe, não haja papelinhos por todo o lado a avisar para poupar água. Mais ainda, não reparei que haja quaisquer medidas minimizadoras do consumo da mesma. Por exemplo, os autoclismos não têm aquele sistema de controlo de descarga. Cada vez que despejo o meu autoclismo vejo um excesso de água a ir pela sanita abaixo que até me faz impressão. Para além disso, existem várias áreas de relvado dentro do campus, já para não falar na piscina. Portanto, parece que a água (ou a falta dela) aqui no deserto não é um problema…
Fonte: http://www.boker.org.il/, Wikipédia
Midreshet Sde Boker é o nome desta comunidade, que engloba os institutos de investigação, as residências e as restantes infraestruturas. Midreshet ou Midrasha significa “um local de aprendizagem”. Muitos investigadores e estudantes vêm para cá para ensinar e estudar sobre o deserto, e desenvolver novas tecnologias para irrigar os campos agrícolas utilizando a água salobra do lençol freático. Esta instituição é reconhecida internacionalmente pelo seu mérito em termos de comunidade educativa, e pretende mostrar que o deserto se presta não só como um lugar para a investigação e educação, mas também como uma comunidade onde as pessoas podem viver. A Midrasha alberga mais de mil pessoas, entre investigadores, educadores, empregados, estudantes e suas famílias. Uma vez que o deserto ocupa mais de 50% do território israelita, percebe-se a necessidade do estudo e do uso da tecnologia no deserto. Para além do que já referi anteriormente, o campus tem também um posto de correios, um centro de saúde, uma biblioteca, uma sinagoga, uma creche e uma escola preparatória, escola de natação e um campo de ténis. Não falta aqui nada… Estou a pensar trazer a minha gata para cá e trocar a investigação do mar pela investigação do deserto!
Nota:
Eu sei que, em tudo na vida, a regra geral a seguir deve ser o bom senso. Mas acho curioso que, estando isto em pleno deserto, e com a óbvia escassez de água que aqui existe, não haja papelinhos por todo o lado a avisar para poupar água. Mais ainda, não reparei que haja quaisquer medidas minimizadoras do consumo da mesma. Por exemplo, os autoclismos não têm aquele sistema de controlo de descarga. Cada vez que despejo o meu autoclismo vejo um excesso de água a ir pela sanita abaixo que até me faz impressão. Para além disso, existem várias áreas de relvado dentro do campus, já para não falar na piscina. Portanto, parece que a água (ou a falta dela) aqui no deserto não é um problema…
Fonte: http://www.boker.org.il/, Wikipédia
Pois nao faz mto sentido que eles estejam mto interessados em seagress?? isso nao deve ser uma linha de investigaçao principal ai. Olha lá começo a ver oportunidades para mim tb, nao conheço casos de ecoturismo no deserto, conheço em tds os meios menos deserto, onde é um sitio em que a gestao dos recursos naturais (excassos) devia ser mm feita até por uma questao d manterem o pco que tem... vou pensar nisto! (desculpa la o meu post d "trabalho" mas devo tar a ficar uma neard!)tou a dar as últimas...(e nao é o que tas a pensar!) E os camelos??
ResponderEliminarPois eles nem devem saber o que é uma seagrass... Seagrasses só lá mais para baixo, em Eilat. Tu não trabalhes assim tanto porque senão começas a perder a graça... Camelos só daqui a uns dias.
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