6 de Novembro
Já tenho as primeiras provisões alimentares. Sim, porque estando num sítio onde a civilização mais próxima é uma bomba de gasolina que fica a 30 minutos a pé pelo deserto, é melhor não facilitar. O campus não é grande nem pequeno, faz-se bem a pé, melhor se tivesse uma bicicleta. Tem vários edifícios de acordo com cada departamento, tem muitas casas de habitação para os residentes permanentes, que vivem cá durante anos com as famílias, tem uma escola, uma piscina, um supermercado, uma cantina e um restaurante. Se tem mais alguma coisa, ainda não tive tempo de perceber. O café é muito bom. O ar é seco, está calor como se fosse fim de Maio. Estou sempre com sede e a beber água.
Já tenho as primeiras provisões alimentares. Sim, porque estando num sítio onde a civilização mais próxima é uma bomba de gasolina que fica a 30 minutos a pé pelo deserto, é melhor não facilitar. O campus não é grande nem pequeno, faz-se bem a pé, melhor se tivesse uma bicicleta. Tem vários edifícios de acordo com cada departamento, tem muitas casas de habitação para os residentes permanentes, que vivem cá durante anos com as famílias, tem uma escola, uma piscina, um supermercado, uma cantina e um restaurante. Se tem mais alguma coisa, ainda não tive tempo de perceber. O café é muito bom. O ar é seco, está calor como se fosse fim de Maio. Estou sempre com sede e a beber água.
O deserto do Negev.
O campus, a caminho da cantina e supermercado.
O laboratório é todo hi-tech, como eu já previa. Lanço-me às enzimas com afinco e obtenho bons resultados logo no primeiro dia. À noite, vou fazer o jantar na cozinha comunitária e conheço o John, holandês, que infelizmente fala um péssimo inglês, mas lá nos entendemos. Convida-me para ir ao pub cá do sítio (afinal também tem um pub!), bebemos uma Golden Star, a cerveja local, e vemos Israel ganhar por uma unha negra um qualquer jogo de basketball. Ou não estivessemos no Mediterrâneo, azeitoninhas a acompanhar a cervejola. Bem bom!
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